Bhanu Baweja, chefe de estratégia do UBS, afirmou que o Irã representou um grande teste para os mercados, e que esse teste ficou para trás diante da reação de investidores a eventos geopolíticos recentes.
Ele indica que, no curto prazo, a Europa surge como destino de investimento mais relevante, com foco em ações e ativos locais. A expectativa é de que setores de bens de consumo cíclicos ganhem tração com a notícia de um possível acordo entre EUA e Irã.
Segundo Baweja, o anúncio de um acordo entre os dois países pode estimular fluxos de capital para a região europeia, influenciando estimativas de lucratividade e desempenho de empresas chamadas a reagir a mudanças na relação diplomática.
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