No Brasil, as plataformas asiáticas de comércio eletrônico atingiram cerca de R$ 130 bilhões em 2025, conforme levantamento do setor. O montante corresponde a uma média de aproximadamente R$ 356 mil por dia, fortalecendo a presença dessas empresas no mercado nacional.
A participação das varejistas chinesas e congêneres cresceu para 41,5% do e-commerce brasileiro. Entre as grandes redes tradicionais, houve queda de participação de 67,5% para 58% em apenas um ano, sinalizando deslocamento de demanda para players internacionais.
Participação no mercado
O ganho de espaço das plataformas asiáticas se deu em um cenário de expansão contínua, com consumidores buscando variedade de produtos e preços competitivos. Entre as redes tradicionais, houve ajustes de market share em serviços de varejo on-line e off-line.
Tributação sobre importados e impactos
O crescimento ocorreu mesmo durante a vigência da denominada taxa das blusinhas, cobrada sobre compras internacionais de menor valor. Com a retirada dessa cobrança, especialistas avaliam que a tendência pode se intensificar nos próximos meses, ampliando a disputa com o varejo local.
Perspectivas para o futuro
Analistas apontam que, com a queda de barreiras tributárias, as plataformas asiáticas podem manter o ritmo de expansão. O efeito esperado é maior competitividade de preços, maior diversidade de produtos e aumento da frequência de compras dos consumidores brasileiros.
Observações finais
O levantamento evidencia a evolução do comércio eletrônico no Brasil, com mudança relevante na atuação de players nacionais e estrangeiros. Dados apontam para continuidade da disputa entre modelos de negócio, logística e estratégias de atendimento ao cliente.
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