A SLC Agrícola atualizou o valor de seu portfólio de terras para 2026, indicando um total de R$ 13,53 bilhões. O montante contempla terras próprias e áreas vinculadas a acordos com Fundos de Investimento em Participações.
A companhia informa que o valor médio do hectare agricultável atingiu R$ 59,5 mil, com alta de 1% frente à avaliação anterior. O cálculo considera apenas a terra nua, sem edificações, benfeitorias ou maquinário.
O NAV da empresa, que representa o valor líquido dos ativos, subiu 0,6% em relação a 31 de março de 2026. A avaliação serve para dimensionar o patrimônio e o peso dos ativos agrícolas na estratégia de geração de valor.
Axia Energia aprova resgate de ações preferenciais classe C
A Axia Energia aprovou o resgate de 576.923 ações preferenciais classe C, totalizando cerca de R$ 30 milhões. O montante equivale a 0,0951% dessa classe.
Por se tratar de operação inédita, o primeiro resgate ocorrerá com montante reduzido para testar o mecanismo. A data de corte é 18 de junho de 2026 e, a partir de 19 de junho, as ações passarão a ser negociadas ex-direitos.
O movimento integra o processo de simplificação e ajuste da estrutura de capital da Axia, que tem sido acompanhado por investidores após mudanças na governança e na estrutura societária.
CSN mira venda de ativos
A CSN estaria iniciando um processo de venda de ativos de infraestrutura, segundo informações em avaliação. O conjunto incluiria terminais portuários no Rio de Janeiro, participação na MRS e a Tora, logística recentemente adquirida.
A operação permanece em estágio inicial, com bancos mandatados para conduzi-la. A venda seria parte de uma estratégia de desinvestimentos e pode envolver alternativas para a divisão de cimentos.
A possível operação visa reforçar a estrutura de capital e reduzir o endividamento, acompanhando o movimento de empresas dos setores siderúrgico, mineração e infraestrutura.
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