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Prisma reduz exposição em ativo solar da Matrix

DXT assume controle integral da Grande Sertão II após compra de participações da Matrix, consolidando posição no portfólio de energia renovável da Duferco

Usina Solar (EDP/Divulgação)
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A Prisma Capital está redesenhando sua posição no portfólio de energia desenvolvido com a Duferco no Brasil. A DXT International, braço de energia do grupo luxemburguês, pediu autorização ao Cade para comprar da Matrix Comercializadora as participações ligadas ao projeto Grande Sertão II, usina solar em Minas Gerais.

A operação envolve a Grande Sertão II Holding, a Grande Sertão de Energia Fotovoltaica II, a GSII Serviços e a Argentum Comercializadora. Com a compra, a DXT passará a deter 100% do controle dessas entidades, incluindo contratos, licenças, relações comerciais e know-how operacional.

A transação tem um bastidor societário relevante. A DXT já detém 50,01% da Matrix Energy, holding do Grupo Matrix, enquanto os 49,99% restantes pertencem ao MPC Fundo de Investimento em Participações, gerido pela Prisma Capital. O Cade é informado como consolidação de controle.

Implicações para as empresas envolvidas

Para a Duferco, o movimento reforça a estratégia de ampliar a presença em ativos de energia renovável no Brasil, alinhada à transição energética global. A operação também favorece a integração de ativos sob gestão única.

Para a Matrix e a Prisma, a operação é apresentada como uma otimização de portfólio, com maior concentração de propriedade em um único controlador. A conclusão depende da aprovação regulatória e da conclusão das etapas contratuais.

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