O governo de Minas Gerais arrecadou 8,38 bilhões de reais com a venda da Copasa, estatal de saneamento. O montante será aplicado, de forma inicial, em pelo menos 190 obras de infraestrutura no estado, incluindo saneamento, mobilidade, habitação e esporte. A privatização ocorreu em 16 de junho, por meio de leilão na B3, em São Paulo. O comprador foi o consórcio Águas de Minas, formado pela Aegea Saneamento e Águas de Minas. A operação é a maior venda de uma empresa de saneamento já realizada no Brasil.
Segundo o governo, os recursos serão usados para ampliar o acesso a saneamento básico, melhorar vias e mobilidade urbana, além de projetos de saúde, educação, cultura e segurança pública. O objetivo é gerar emprego, renda e desenvolvimento para Minas Gerais. A expectativa é beneficiar aproximadamente 4 milhões de habitantes direta ou indiretamente.
O segredo por trás da operação envolve o programa de privatizações do estado, considerado estratégico para atrair investimentos e elevar a eficiência dos serviços públicos. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou a venda, com apoio de entidades empresariais e da sociedade civil, conforme divulgado pelo governo.
Mais detalhes do cronograma ainda serão definidos, mas o governo já sinaliza que os recursos quitarão dívidas estaduais e financiarão o Plano de Desenvolvimento de Minas Gerais, com foco em infraestrutura e melhoria da qualidade de vida da população.
Entre na conversa da comunidade