A Databricks abriu o Data + AI Summit 2026 em São Francisco apresentando uma visão de empresa operada por agentes de IA. O evento mostrou uma nova arquitetura de dados, integrações de ferramentas e a compra da Panther, tudo voltado a ampliar o papel de agentes na gestão empresarial.
A empresa anunciou um pacote de lançamentos que promete reescrever o ciclo de vida dos dados: desde a guarda até a consulta e a ação. Entre os itens estão uma arquitetura de base atualizada, um motor de consultas em tempo real, um assistente para áreas de negócio, entrada no marketing e aquisição de uma plataforma de segurança.
CEO e cofundador Ali Ghodsi reforçou que a separação tradicional entre sistemas operacionais, analíticos e de tempo real funciona como gargalo quando agentes de IA passam a executar tarefas em escala. A proposta é unificar camadas para acelerar decisões baseadas em dados.
O que há de novo
Fundada em 2013 e sediada em São Francisco, a Databricks se apresenta como empresa de dados e IA e trabalha com o conceito Lakehouse, que busca unir data warehouse e data lake em uma única plataforma. A meta é reduzir custos e aumentar a agilidade nas operações com dados.
A apresentação destacou que campanhas de marketing podem se adaptar automaticamente a cada cliente, que ataques digitais são investigados por software antes de a equipe de segurança intervir e que perguntas de negócios podem ser respondidas rapidamente a partir de dados da própria empresa.
A empresa enfatizou que o ecossistema de produtos opera de forma integrada para suportar “agentes” de IA em diferentes funções. Ainda não foram anunciadas datas de de implementação comercial para as novidades apresentadas no evento.
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