Promovido por Luby e Ultralinks, com apoio da Pagos, o debate Subadquirência 2.0 reuniu executivos, especialistas jurídicos e lideranças do setor em São Paulo, na sexta-feira, 12 de junho. O objetivo foi discutir os impactos práticos da Resolução BCB nº 522 na subadquirência e caminhos para um ambiente mais sustentável.
A discussão ocorreu em meio a mudanças regulatórias que elevam padrões de governança, rastreabilidade e compartilhamento de informações. A proposta é fortalecer a segurança sistêmica e ampliar a transparência do ecossistema de pagamentos brasileiro, segundo os organizadores.
Participaram do evento Daniel Nery, CEO da Ultralinks e vice-presidente de Facilitadores de Pagamentos da Pagos; Eduardo Pires, mediador; Giancarllo Melito, Barcellos Tucunduva Advogados; Pedrina Braga, vice-presidente de Assuntos Regulatórios e Compliance da Pagos; e Nicolau J. Neto, CEO do Banco Fidúcia SCMEEP. A agenda enfatizou impactos regulatórios, responsabilidades entre agentes e novas oportunidades de negócio.
Impactos regulatórios na prática
Painéis discutiram a prática regulatória, o compartilhamento de informações e as responsabilidades entre subadquirentes, bancos e fornecedores de serviço. Pesquisas indicam que o segmento segue se adaptando às exigências atuais e reforçam a importância da cooperação entre empresas, associações e reguladores.
Caminhos para o consenso e governança
Representantes destacaram a necessidade de alinhamento operacional e de uma agenda de diálogo permanente. O objetivo é assegurar clareza sobre novos papéis, reforçar governança e promover operações mais seguras e sustentáveis no ecossistema de pagamentos.
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