A General Motors confirmou que vai recorrer à fábrica de Horizonte, no Ceará, para montar o Captiva híbrido e o que é chamado de Celta elétrico. A mudança integra a estratégia de ampliar a produção de veículos eletrificados no Brasil, sem depender apenas das unidades tradicionais.
A operação ocorre via parceria existente entre a Pace e a SAIC, que permite a venda de veículos das marcas Wuling e Baojun no país. O Captiva com motorização inédita já foi anunciado pela GM e deve chegar ao mercado com preço competitivo até o fim do ano.
Segundo o anúncio, o veículo elétrico deve chegar sem produção completa, em parte por meio de kits semi desmontados (SKD) trazidos para montagem na planta cearense. A GM já vinha expandindo a montagem de modelos elétricos longe das plantas tradicionais.
Mudança de tema: modelos e cronograma
Neste pacote, a GM também prepara o terreno para o Bingo Pro, visto como o possível Celta elétrico. O modelo seria posicionado com preço agressivo na China e pode ganhar versão brasileira, dependendo de condições de mercado e produção.
O foco da fábrica cearense é aumentar a capacidade. A unidade já recebe aportes para chegar a 20.000 veículos por ano, com potencial de expansão para 50.000 em uma segunda etapa.
A GM não confirmou oficialmente a produção do Captiva e do Celta elétrico, mas sinalizou a intenção de manter a planta como centro de eletrificação fora das tradicionais unidades da marca. A operação envolve consórcio de empresas, e não apenas a Chevrolet.
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