Os ativos sob gestão de fundos de investimento que seguem princípios cristãos duplicaram nos últimos cinco anos. O crescimento ocorre no âmbito global, conforme movidos pela busca de retornos aliados a valores morais e religiosos. A tendência envolve investidores que desejam lucros, sem abrir mão de diretrizes éticas.
A ideia central é combinar ganhos com critérios ESG e preceitos religiosos. Alguns fundos éticos priorizam responsabilidade ambiental, social e de governança, buscando empresas com práticas consideradas adequadas, além de cumprir diretrizes espirituais específicas.
Entre os chamados fundos éticos, há variação. Nem todos se concentram apenas em questões ambientais ou de direitos humanos; parte deles enfatiza aspectos espirituais e a adesão a preceitos religiosos. Esse mix pode variar conforme a instituição gestora.
Panorama dos fundos éticos
- Em geral, gestores ressaltam que o objetivo é manter retornos estáveis enquanto respeitam doutrinas ou valores religiosos.
- Investidores costumam receber relatórios com métricas de performance e alinhamento ético, além de avaliar riscos e compliance.
- O movimento reflete uma mudança de estratégia entre quem investe para o futuro financeiro e para a conformidade com crenças pessoais.
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