Brasil encara Haiti nesta sexta-feira, 19, às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. A partida acontece pouco depois do empate do Brasil com Marrocos e da derrota do Haiti para a Escócia. O duelo ocorre em ambiente esportivo, sem torcida única, com foco na performance das equipes.
Pelo lado da seleção brasileira, a expectativa é manter o ritmo do confronto anterior e buscar os três pontos. Já o Haiti tenta reagir após a estreia negativa, com o objetivo de iniciar uma recuperação no grupo. A partida é disputada em território americano, com envio de torcedores de ambos os países.
Confronto fora de campo
Segundo dados do Banco Mundial, o Haiti tem potencial econômico de longo prazo, sustentado por população jovem e remessas, mas enfrenta entraves estruturais. Em 2025, a economia haitiana encolheu 2,7% do PIB real, com inflação de 28,3% e grande parte da população vivendo com menos de US$ 3 por dia.
O Brasil, por sua vez, apresenta uma economia muito maior. O PIB é de US$ 2,28 trilhões e a população chega a 213,4 milhões. O território brasileiro soma 8,5 milhões de km², frente a 27 mil km² do Haiti, o que coloca o Brasil com vantagem geográfica expressiva.
O PIB per capita brasileiro é de US$ 10,7 mil, contra US$ 2,56 mil no Haiti. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é 0,786, enquanto o haitiano é 0,554. O crescimento brasileiro está em 2%, enquanto o haitiano registra retração de 2,7%.
No ranking de riqueza, o Brasil aparece com 70 bilionários, enquanto o Haiti não tem representantes nessa lista, segundo as fontes consultadas. Os números destacam diferenças estruturais entre as duas economias, por meio de critérios como renda, dimensão e desenvolvimento.
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