O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defende a entrada em vigor do imposto seletivo da reforma tributária já em janeiro de 2027. A ideia é tributar bens como bebidas alcoólicas e tabaco, com uma transição que mantenha a carga atual no IPI.
Segundo Durigan, o objetivo é pactuar com os setores impactados e iniciar o processo sem grandes discussões sobre o imposto seletivo. A meta é começar a transição ainda este ano, para já preparar o terreno.
O ministro planeja manter diálogos com líderes do Congresso e com representantes do setor privado para encaminhar a proposta. A virada de chave depende de acordos ainda em 2026, definindo como será a implementação.
Diálogo com setores e Congresso
Durigan afirmou que, se houver bom acordo com setores e lideranças, o tema será encaminhado para votação antes das eleições e poderá ser votado depois. Reuniões com os setores devem ocorrer duas semanas após a viagem oficial à China, entre 20 e 28 de maio.
A área econômica pretende iniciar a discussão ainda neste ano, com o objetivo de cumprir a noventena prevista no cronograma. A comunicação sobre a agenda do imposto seletivo será amplamente compartilhada com o público e com os parlamentares.
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