Elliott e Strategic Value Partners adquiriram dívida da Braskem no mercado secundário, expandindo participação em instrumentos da empresa. As operações envolvem parte da linha de crédito rotativo com credores, além de títulos internacionais da Braskem, segundo pessoas alinhadas ao assunto.
As compras ocorrem em meio ao processo de reestruturação da Braskem, que busca obter apoio suficiente dos credores para avançar. A empresa trabalha para reorganizar seu endividamento após anos de recessão no setor petroquímico e impactos ambientais no balanço.
As informações indicam que o Elliott e o SVP agem de forma independente, defendendo planos de reestruturação distintos das propostas já apresentadas pela Braskem. Não houve comentários oficiais de ambas as partes envolvidas.
A Braskem apresentou aos credores um plano com extensão de vencimento da dívida, redução de juros e períodos de carência, sem injeção de capital ou conversão de dívida em ações. A proposta recebeu reações diversas entre credores.
A empresa precisa do apoio de cerca de um terço de seus credores para iniciar um processo de recuperação extrajudicial. Há dificuldades para obter aval suficiente e cumprir trâmites legais antes de julho, quando vence pagamento de aproximadamente US$ 150 milhões.
Caso não haja acordo, a Braskem pode recorrer a uma medida cautelar de urgência para evitar o desembolso imediato, conforme reportado pela Bloomberg. Denúncias de动力 financeira seguem sob avaliação de credores e mercado.
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