Alan Greenspan, economista influente e ex-presidente do Federal Reserve, morreu na segunda-feira aos 100 anos. A causa foi listada como complicações da doença de Parkinson, segundo comunicado divulgado pela esposa dele, Andrea Mitchell, correspondente-chefe de Washington da NBC News.
Mitchell informou que Greenspan faleceu em casa, cercado pela família. Ela destacou que ele moldou a economia dos EUA por décadas, atuando sob quatro presidentes e por cinco mandatos como chefe do Fed, e mencionou que ele reconhecia seus erros com franqueza.
Greenspan conduziu a política monetária norte-americana durante um longo período de estabilidade após a crise dos anos 80 e início dos 90, mantendo influência até os anos 2000. A liderança dele ficou marcada pela busca de equilíbrio entre crescimento econômico e controle da inflação.
A esposa também lembrou aspectos pessoais, sem detalhar em excesso. Segundo Mitchell, Greenspan tinha paixão por esportes e música, e era visto como alguém brilhante e gentil. Ela ressaltou que compartilharam uma vida longa desde o primeiro encontro em 1984.
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