O Parque de Infraestrutura e Inovação, criado pela Corsan, está em Esteio e visa sustentar o novo ciclo de investimentos no saneamento do Rio Grande do Sul. A iniciativa busca ampliar a capacidade operacional da empresa diante de projetos de grande escala.
O Marco Legal do Saneamento estabelece metas nacionais até 2033: 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto. No RS, a meta requer ampliar a cobertura de esgotamento de 30% para 90%, com cerca de 18 mil quilômetros de redes adicionais.
Para viabilizar esse avanço, a Corsan ampliou investimentos para cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, ante a média anterior de R$ 400 milhões. O Parque reúne produção, logística e controle de qualidade em um único local, reduzindo dependência de fornecedores.
Estrutura e foco do parque
O complexo agrega fábrica de tubos para redes, usina de asfalto, laboratório de solos, pavimentação e produção de sulfato de alumínio para tratamento da água. A configuração busca fortalecer autonomia operacional.
A estratégia, segundo a companhia, pretende acelerar a universalização do saneamento. A integração de produção, tecnologia e logística deve aumentar a previsibilidade das obras e beneficiar a saúde pública e o meio ambiente no estado.
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