O setor de logística brasileiro segue como um dos principais geradores de empregos. No primeiro quadrimestre, foram abertas 173 mil vagas, conforme o Banco Nacional de Emprego (BNE). A CNI estima que haja demanda por 8 milhões de profissionais até 2027, com logística como área de maior necessidade de treinamento.
A transformação envolve digitalização, automação e análise de dados, que tornam as contratações mais seletivas, especialmente no segmento ultraexpresso. O setor passa de atividade operacional para gestão orientada por dados e tecnologia.
Foco no ultraexpresso
A logística ultraexpressa depende de respostas rápidas das equipes para manter a eficiência operacional, especialmente em entregas com alta urgência. O ritmo exige capacidade de planejamento e execução afinados com prazos curtos.
Governança e atuação nacional
A gestão de parcerias em 220 pontos no Brasil tornou-se estratégica, com foco em governança corporativa e compliance. As diligências de parceiros buscam segurança, qualidade e alinhamento aos valores da empresa, assegurando padrões consistentes.
Liderança feminina em ascensão
Na Prestex, empresa do segmento, as lideranças femininas já ocupam 53,8% dos cargos de gestão e representam 51% do quadro de colaboradores. A prática favorece flexibilidade e apoio à maternidade, contribuindo para equidade no ambiente de trabalho.
Exemplos de liderança
Claudia Sá, gerente de Marketing em Logística Ultraexpressa, atua há quatro anos na área e lidera estratégias de marketing B2B, inteligência de mercado e experiência do cliente, destacando a importância da logística para o fluxo operacional das indústrias.
Jovens e diversidade
A empresa registra avanço da Geração Z, que passou de 29% para 40% do quadro entre 2024 e 2026. O movimento acompanha a adoção de modelos de aprendizagem contínua (lifelong learning) para manter a inovação. O crescimento depende de ambientes que promovam diversidade e oportunidades claras de evolução.
Entre na conversa da comunidade