A empresa de cibersegurança Grupo NTSec passou por uma reestruturação societária importante: as quatro frentes operacionais — NTSec, InfoSec, ZivaSec e CloudSec — foram unificadas sob uma holding. A mudança visa dar visibilidade ao fundador e facilitar a primeira investida internacional. O objetivo financeiro para 2026 é alcançar 700 milhões de reais de faturamento.
A reorganização coincide com a estratégia de expansão internacional. A companhia, criada em 2007 e hoje com quase 400 colaboradores distribuídos em 12 escritórios no Brasil, pretende começar a atuação fora do país a partir de Portugal como porta de entrada para a Europa e, em seguida, mirar o México na América Latina.
A operação funciona com quatro pilares que atuam em camadas distintas da proteção digital, desde redes até ambientes em nuvem. Cada área mantém atendimento específico aos clientes, mantendo o mesmo padrão de qualidade em todos os casos.
O fundador Bruno Nóbrega sustenta que o foco é entregar serviços completos, desde o diagnóstico até a implementação e o suporte. A empresa disponibiliza uma jornada de segurança que envolve aquisições e mudanças ao longo de três a cinco anos, conforme o nível de maturidade do cliente.
No mercado, a NTSec aponta que o maior desafio não é apenas competir por preço, mas elevar o nível de segurança oferecido. A estratégia envolve trabalhar com fornecedores de referência, ainda que não sejam os mais baratos, para reduzir vulnerabilidades.
Mudança societária
A mudança para holding facilita a gestão de uma operação que cresceu rapidamente. A liderança busca manter o controle sobre as decisões e acompanhar projetos de maior porte com mais eficiência.
Expansão internacional
A aposta fora do Brasil envolve Portugal como porta de entrada na Europa e o México como mercado-chave na América Latina. O fundador ressalta que o custo competitivo do real em relação ao euro pode favorecer a atuação brasileira.
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