Um modelo liberal-social para governar o Brasil propõe unir livre iniciativa e proteção aos vulneráveis. A ideia busca equilíbrio entre Estado e mercado para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades.
A proposta sustenta que desenvolvimento sustentável nasce do diálogo, da eficiência econômica e do compromisso social, sem abrir mão da supervisão pública. Evita extremos de direita ou esquerda.
De acordo com o texto, décadas de pauta pública foram marcadas por uma falsa divisão entre ampliar o papel do Estado e depender do mercado. Propõe, então, um formato que combine planejamento, regulação e investimento privado.
Experiência em São Paulo
No governo de São Paulo, a visão foi aumentar a eficiência estatal em vez do tamanho do Estado. O Estado atuou como planejador, regulador e fiscalizador, concedendo a privados atividades que podem performar melhor.
Foi realizado o maior programa de concessões e parcerias da história do estado, envolvendo rodovias, ferrovias, hidrovias, metrô, parques e serviços públicos. A prática visou acelerar obras e modernizar estruturas.
Entre 2019 e 2022, São Paulo atraiu mais de R$ 60 bilhões em investimentos externos, gerando empregos, renda e arrecadação para melhorar serviços públicos. O resultado é apresentado como exemplo de atração de capital sem ampliar o tamanho do Estado.
Visão para o futuro
A narrativa afirma que responsabilidade fiscal e social são complementares e que o próximo presidente terá o desafio de reconstruir pontes no país. O objetivo é um governo que dialogue com trabalhadores, empreendedores e sociedade civil.
A ideia é que o capital privado integre soluções para desafios nacionais, priorizando programas práticos sobre disputas ideológicas. O texto conclui que o caminho é um Estado eficiente, economia dinâmica e oportunidades para todos.
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