O setor mineral deve evoluir para uma matriz energética mais sustentável, com infraestrutura confiável, nos próximos 5 a 10 anos, aponta um estudo da Aggreko. O relatório analisa caminhos para a transição no Brasil e no mundo.
Segundo o documento, a transição depende de operações apoiadas por logística eficiente, segurança e confiabilidade operacional. Esses pilares são considerados essenciais para a implementação de fontes limpas.
O estudo aponta que o caminho inclui investimentos em renováveis, armazenamento de energia e sistemas de geração distribuída. Tecnologias digitais também são destacadas como facilitadoras da mudança.
A Aggreko avalia que a mineração tem potencial para ocupar posição de destaque na sustentabilidade brasileira, contribuindo para redução de emissões e economia de baixo carbono. Infraestrutura adequada é imprescindível.
O relatório enfatiza ainda benefícios econômicos, ambientais e sociais decorrentes da adoção de energia limpa na mineração. Soluções de energia temporária e móvel da empresa ajudam na transição.
A adoção de energias renováveis na mineração pode diversificar a matriz energética do país e estimular desenvolvimento de tecnologias e empregos verdes. A inovação é apresentada como alavanca do setor.
A Aggreko encerra destacando uma relação estreita entre sustentabilidade e inovação para o futuro da mineração. A transição energética é vista como oportunidade de reforçar responsabilidade ambiental.
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