A onda das elétricas se espalha pelas metrópoles brasileiras, elevando o perfil das mini-scooters. Elas ficam entre bicicleta e moto de pequeno porte, ganhando ruas de várias cidades e ajudando na micromobilidade urbana.
Em maio de 2026, a Fenabrave registrou alta de 181% nos emplacamentos da categoria de motos elétricas, que inclui as mini-scooters. VMoto e GCX aparecem como as marcas mais vendidas no Brasil, com estoques expressivos de modelos urbanos.
O mercado global acompanha a tendência: em 2017 o valor estimado era de 17 bilhões de dólares; hoje chega a cerca de 35 bilhões. No Brasil, modelos nacionais dominam as vendas, com o W5 da Watts e o X12 1000W da MotoChefe entre os favoritos, em torno de R$ 10 mil.
Modelos dobráveis aparecem como aposta de design. A Honda lançou o Motocompo nos anos 1980 e hoje atualiza o conceito com a Motocompacto, leve e que dobra para virar uma maleta. A Moveo também explorou versões dobráveis desde 2013.
Na prática, existem scooters compactas que chegam a 45 km/h no Japão, como a Icoma Tatamel Bike, e outras em produção mundial. Ainda assim, no Brasil, as opções mais vendidas permanecem de fabricação nacional, com preços em torno de R$ 10 mil.
O objetivo dessas pequenas scooters é facilitar trajetos curtos: mobilidade ágil, peso reduzido e baterias cada vez melhores. Assim, surgem como alternativa à bicicleta ou ao carro em deslocamentos urbanos rápidos.
Regulamentação do Contran
O Contran definiu critérios para circulação em ciclovias. O motor deve ter potência baixa e velocidade máxima de 32 km/h. Veículos mais potentes são classificados como ciclomotores, com exigência de ACC e documentação específica.
Além disso, é necessário registro, placa e itens de segurança como espelhos, faróis e velocímetros. Essas regras buscam manter a convivência entre usuários de ciclovias e demais veículos. Em suma, as regras existem para ordenar o uso.
Entre na conversa da comunidade