O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a elevada taxa de juros no Brasil deverá ser enfrentada no próximo mandato presidencial, independentemente de quem vencer a eleição de outubro.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a elevada taxa de juros no Brasil deverá ser enfrentada no próximo mandato presidencial, independentemente de quem vencer a eleição de outubro.
Durigan defendeu a política fiscal do governo Luiz Inácio Lula da Silva e citou o corte orçamentário de R$ 17,5 bilhões em ano eleitoral como sinal de compromisso com as contas públicas. Ele também reconheceu que a melhora fiscal é necessária para permitir a redução dos juros.
“Nós temos uma taxa de juros alta e ela precisa ser endereçada no próximo mandato de qualquer que seja o presidente do país, em benefício das empresas e da população”, afirmou durante uma entrevista nesta quarta-feira (29) na rádio Capital, em Mato Grosso do Sul.
Segundo a pesquisa Focus, a expectativa é que a taxa básica de juros, a Selic, encerre o ano em 14% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano. Os economistas consultados pelo Banco Central esperam uma redução de 0,25 % na próxima reunião do Copom. O encontro está marcado para próxima semana.
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