A importação de carros da China mais do que dobrou no Brasil em 2026, de acordo com balanço publicado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta sexta-feira (7).
Em 2026, o Brasil já importou 344,1 mil veículos, o que representa um aumento de 25,7% em relação aos sete primeiros meses de 2025. Os chineses ampliaram seus envios em 105,4% e o México, outro país com alta de embarques, aumentou em 23,8%.
A importação de carros da China mais do que dobrou no Brasil em 2026, de acordo com balanço publicado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta sexta-feira (7).
Em 2026, o Brasil já importou 344,1 mil veículos, o que representa um aumento de 25,7% em relação aos sete primeiros meses de 2025. Os chineses ampliaram seus envios em 105,4% e o México, outro país com alta de embarques, aumentou em 23,8%.
“Esse volume de quase 350 mil é maior do que a produção no período da maioria das fábricas das nossas associadas, o que indica que poderíamos estar gerando mais demanda para nossas fábricas e fornecedores e, por tabela, mais empregos”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.
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Em julho de 2026, foram produzidos 253,9 mil autoveículos, uma alta de 3,1% em relação a junho e de 5,9% ante julho de 2025. A produção subiu 8,3% no acumulado do ano, o que classifica o Brasil como o segundo país com maior crescimento entre os países produtores de veículos, atrás somente da Índia, que cresceu 14,5%.
“É um resultado expressivo da nossa indústria, apesar das dificuldades nas exportações e da entrada de importados bem acima da média dos anos anteriores”, disse Calvet.
Os autoveículos eletrificados atingiram participação recorde nas vendas, sendo 23,5% do total, a maior parte de importados.
As vendas externas somaram 39,3 mil unidades em julho, um aumento de 6,8% em relação a junho. O acumulado do ano, no entanto, tem um recuo de 20,8%. As exportações para a Argentina, nossa principal parceira comercial, tiveram uma queda de 35,4%. Houve uma queda de embarques para todos países da América Latina com exceção da Colômbia.
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