Os imigrantes constituem 6% da população empregada em Portugal, conforme dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Até dezembro de 2024, havia 302 mil imigrantes com trabalho, em um total de 5,1 milhões de pessoas empregadas no país, sendo 4,8 milhões portugueses. Essa estatística evidencia um desequilíbrio, uma vez que a população imigrante residente ultrapassa […]
Os imigrantes constituem 6% da população empregada em Portugal, conforme dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Até dezembro de 2024, havia 302 mil imigrantes com trabalho, em um total de 5,1 milhões de pessoas empregadas no país, sendo 4,8 milhões portugueses. Essa estatística evidencia um desequilíbrio, uma vez que a população imigrante residente ultrapassa um milhão.
Entre os 351 mil desempregados registrados, 12% são estrangeiros, totalizando 44 mil imigrantes. Essa taxa é quase o dobro da média nacional de desemprego, que atingiu 6,7% no último trimestre de 2024, segundo o “Inquérito ao Emprego”. O estudo, realizado trimestralmente, também revelou um aumento de 0,2% na população empregada em relação ao trimestre anterior, somando 7,9 mil novos postos de trabalho.
Há uma discrepância entre os dados do INE, que não considera a nacionalidade dos empregados, e os números do Banco de Portugal (BdP). Este último, que utiliza registros da Segurança Social, aponta que dos 495 mil trabalhadores imigrantes, 210 mil são brasileiros, representando cerca de 42% da força de trabalho estrangeira no país.
Essas informações ressaltam a importância dos imigrantes no mercado de trabalho português, além de destacar a predominância dos brasileiros entre os trabalhadores estrangeiros. O cenário atual reflete tanto os desafios enfrentados pelos imigrantes quanto sua contribuição significativa para a economia local.
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