O token $OM do protocolo Mantra desvalorizou mais de 90% em um único dia, passando de US$ 6 para US$ 0,50. O colapso ocorreu no domingo, 13 de abril, e resultou na perda de US$ 6 bilhões em valor de mercado. O cofundador John Patrick Mullin atribuiu a queda a “liquidações forçadas” em exchanges, sugerindo que houve um fechamento abrupto de posições sem aviso prévio.
Três dias antes da queda, uma carteira chamada “Laser Digital” depositou US$ 41 milhões em $OM na exchange OKX, levantando suspeitas sobre uma possível venda. Além disso, a equipe da Mantra controla 90% da oferta circulante do token, o que gera preocupações sobre a centralização e a transparência do projeto. Rumores de uma venda privada com 50% de desconto também começaram a circular.
Após a desvalorização, o grupo oficial da Mantra no Telegram foi deletado, aumentando a desconfiança entre os investidores. A equipe negou ter vendido tokens e afirmou que a tokenomics permanece intacta. No entanto, a situação gerou um clima de incerteza, com analistas questionando a viabilidade do projeto.
As exchanges, como a OKX, relataram “volatilidade inusual” no token, intensificando os controles de risco. A Mantra, que havia anunciado um fundo de US$ 108 milhões para impulsionar seu ecossistema, agora enfrenta um cenário desafiador, com a confiança dos investidores abalada e a necessidade de esclarecer os eventos recentes.
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