A Lojas Marabraz, sob a administração de Nasser Fares, está enfrentando sérios problemas após o escândalo da Americanas. O inventário da empresa caiu para apenas 4 milhões de reais, uma grande redução em relação aos 30 milhões de reais que tinha antes da pandemia. Além disso, as reclamações de consumidores aumentaram 81,7% em 2024, totalizando 2049 queixas, com muitos clientes reclamando de produtos não entregues e estornos não realizados. A situação se complica ainda mais com o rompimento de diversos fornecedores, que não estão mais aceitando pedidos, o que dificulta a manutenção do estoque e a capacidade de atender à demanda. A insatisfação dos consumidores e a falta de produtos disponíveis são preocupantes para a empresa.
Após o escândalo da Americanas, o varejo brasileiro enfrenta novos desafios, agora com a Lojas Marabraz, sob a administração de Nasser Fares, em uma situação crítica. O inventário da rede caiu para apenas 4 milhões de reais, uma queda significativa em relação aos 30 milhões de reais registrados antes da pandemia.
A situação se agrava com o aumento de 81,7% nas reclamações de consumidores em 2024, totalizando 2049 queixas. O descontentamento dos clientes se reflete na página da Marabraz no Reclame Aqui, onde muitos relatam problemas com produtos não entregues e estornos não realizados. Nos últimos seis meses, foram mais de 1.700 reclamações.
Rompimento com Fornecedores
Diversos fornecedores já romperam relações com a Lojas Marabraz, não aceitando mais pedidos, mesmo com clientes garantidos. Essa ruptura impacta diretamente a operação da rede, que enfrenta dificuldades em manter um estoque adequado para atender à demanda.
A insatisfação dos consumidores e a falta de produtos disponíveis são sinais de alerta para a empresa. A situação atual levanta questões sobre a capacidade da Lojas Marabraz de se recuperar e restabelecer a confiança tanto de seus fornecedores quanto de seus clientes.
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