O Stereo Café Co. abriu no final de novembro no centro de São Paulo, no 304 da rua General Jardim. O local combina café e música, inspirado em bares de audição, com um pequeno sistema analógico na calçada que define o clima.
A dupla por trás do espaço são Akin Bicudo, curador musical, e Guilherme Kowalesky, barista. Eles buscam aproximar música, arte e cultura de rua, oferecendo experiência que vai além do ato de beber café.
Aberto no feriado da Consciência Negra, o café recebeu frequentadores que dançaram ao som de DJ convidado, com xícaras na mão. A ideia é manter a música como parte do cotidiano, não apenas um evento.
Proposta musical e funcionamento do espaço
A discotecagem fica por conta da equipe do café, que opera o toca-discos no balcão. O acervo de vinis é exposto para consulta e pedidos sob curadoria, mantendo o espírito de listening bars.
O cardápio privilegia cafés, com expresso a partir de R$ 7. Grãos vêm de Minas Gerais, com micro-lotes e parcerias que viram itens temporários, como a torra de fornecedores.
Cardápio, parcerias e espaço cultural
Além do café, há opções como pão de queijo, pão na chapa, brownie e fatias de bolo. Bebidas incluem Kiro, Heineken, negroni e rabo de galo, com menus ajustados conforme as parcerias.
O ambiente recebe sessões Stereo com convidados, que ajustam o cenário musical. A máquina de espresso pode ser desligada após as 18h para abrir espaço a vinhos e outros itens.
Parcerias, arte e acervo
O espaço promove relações comunitárias, trabalhando com fornecedores locais para pães, doces e conservas. Pinturas e fotografias decoram as paredes, com obras em circulação.
Há ainda um pequeno acervo literário e uma loja com itens da marca Festival de Filmes Vencidos, fortalecendo a interseção entre café, música e cultura visual.
O Stereo Café Co. encerra o ano em funcionamento normal, exceto nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, quando ficará fechado.
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