Foi registrado um ressurgimento do Dry Martini em bares ao redor do mundo. O retorno acontece de forma perceptível durante o maior congresso global de bebidas, realizado em Nova Orleans, onde surgiram diversos livros dedicados ao coquetel. A notícia aponta para um renovado interesse acadêmico e prático na coquetelaria.
Historiadores e bartenders destacam o Dry Martini como símbolo de elegância desde o fim do século XIX. A teoria mais comum atribui a origem ao coquetel Martinez, por volta de 1880, em São Francisco, ligado a uma corrida do ouro. Outra versão aponta Martini di Arma di Taggia, no Hotel Knickerbocker, em Nova York, por volta de 1910, como criador da base atual.
O que mudou no cenário atual
O retorno ganhou veiculação de livros e debates acadêmicos no evento em Nova Orleans, com novas leituras sobre o papel do coquetel na cultura. Em diferentes cidades, de Tóquio a São Paulo, o Dry Martini volta a ser estudado com rigor técnico, mantendo sua presença como símbolo de estilo e precisão.
Quem está envolvido
bartenders e especialistas que promovem pesquisas históricas e técnicas acompanharam as apresentações. Entre referências históricas, destacam-se modos de preparo, uso de gim de personalidade marcante, vermute seco e a necessidade de gelo de qualidade. O cuidado com a azeitona, o fico cítrico e a temperatura ideal são ressaltados.
Quando e onde ocorreu o marco
O renascimento foi observado neste ano na conferência de Nova Orleans, cidade-sede do maior encontro mundial de bares. O evento reuniu profissionais, academias e divulgadores da coquetelaria, com lançamentos de obras dedicadas ao Dry Martini.
Por que isso importa
A edição enfatiza o Dry Martini como um gesto de identidade e uma celebração do detalhamento técnico. O coquetel deixa de ser apenas bebida para representar uma postura de estilo, tempo e tradição presente na cultura de bares ao redor do mundo.
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