O anúncio da campanha da American Eagle, estrelada por uma modelo loira de olhos azuis, gerou críticas por supostos ecos de eugenia e supremacia branca. A atriz Sydney Sweeney comentou à People que deveria ter se manifestado, pois o silêncio teria ampliado a divisão, não a fechado. Trump chegou a comentar sobre a campanha, alimentando o debate público.
A campanha, lançada no verão, foi bem recebida por jovens e ajudou a elevar o estoque da marca. Dados de acompanhamento financeiro apontam, porém, que as visitas às lojas caíram. A revista Forbes também sugeriu que a empresa repensasse a estratégia. Em meio ao tema, a recepção polarizada ganhou espaço na esquerda e na curiosidade sobre uma possível indicação de Sweeney ao Oscar.
Sweeney afirmou que não apoia as visões associadas ao anúncio e reconheceu o erro de não ter falado antes. Ela disse ser contra o ódio e a divisões, e que o comentário de Trump foi surreal. A atriz informou que pretende focar no que une as pessoas e manter o apoio à marca pelos seus produtos, não pelos argumentos ligados à campanha.
Desdobramentos e resposta
- Ações da American Eagle registraram aumento de estoque na ordem de 30% após o lançamento da campanha, segundo dados do mercado.
- Pesquisas apontam queda de 9% nas visitas às lojas até o fim do verão, conforme reportado por veículos financeiros.
- Sweeney permanece como aposta de indicação ao Oscar para uma performance em Christy, biografia da boxeadora Christy Martin, segundo manchetes de entretenimento.
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