Dijon, músico responsável pelo segundo álbum, Baby, revelou em entrevista recente que enfrentou forte pressão psicológica durante a criação do disco. Ele comentou que um amigo tentou intervir para que não lesse Gravity’s Rainbow, de Thomas Pynchon, por seus efeitos negativos atribuídos.
Segundo Dijon, a leitura da obra desencadeou mania e instabilidade emocional durante o processo criativo. O amigo alertou que o romance era extremamente paranoico e poderia agravar o estado mental dele, o que acabou se confirmando.
O artista explicou que a produção de Baby teve momentos de grande turbulência. Entre altos e baixos, ele se questionou se devia continuar a fazer música, tema que surgiu ao contemplar a possibilidade de ter contribuído pouco desde o último trabalho.
Críticas iniciais sobre o álbum destacam uma mistura de elementos experimentais com uma base mais próxima do R&B tradicional. A obra fecha o conjunto sonoro com uma síntese temática que mescla fragmentos sonoros intensos e referências à era de ouro do hip-hop.
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