Andrew Jefford apresenta mais uma crônica sobre a costa dalmática da Croácia, destacando vinhedos, vilarejos como Primošten e uvas como Babić e Plavac Mali. O texto revisita cenários, pessoas e a cultura vinícola da região.
O relato envolve ainda Saša Špiranec, jornalista especializado em vinhos, e Leo Gracin, professor de enologia da Universidade de Split. A figura de Bepa (Josipa Marinov) surge como eixo humano da narrativa, mencionada ao conduzir a poda das vinhas com seus filhos.
O episódio ocorreu num sábado de junho, pela manhã, no vilarejo de Primoštén, seguido pela travessia costeira até o inlet cobaltado do Adriático. O tom é de observação cuidadosa da paisagem, do mar e da vida rural da região.
A crônica descreve o mosaico de vinhedos, oliveiras e casas de pedra que margeiam a costa. As vinhas Babić e Plavac Mali surgem como símbolos da identidade local, associadas ao trabalho dos produtores e à herança agrícola da Dalmácia.
Vinhedos, paisagem e identidade
Primošten recebe o leitor como exemplo da convivência entre tradição e inovação. Ruas estreitas, casas brancas com telhados vermelhos e um porto sereno compõem o cenário descrito no texto. A tranquilidade da vila contrasta com a vitalidade dos cultivos.
Jefford expressa uma sensação de conexão com o território, ao destacar a relação entre o ambiente natural, as pessoas que cuidam das vinhas e a produção de vinhos que refletem o lugar. O artigo enfatiza a expressividade das variedades locais.
O relato conclui sem anúncio de novidades, reforçando que a Dalmácia oferece diversidade e tradição em harmonia. A visão é de um território capaz de revelar histórias a cada visita, constata o autor sobre a costa croata.
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