Romagna e Sangiovese se entrelaçam há séculos, com a uva compartilhada entre Romagna e Toscana. A origem exata pode ser debatida, mas a hipótese mais provável aponta para os फ्रombos dos Apeninos, na Romagna Toscana, região historicamente Romagnola que ficou sob domínio florentino entre a Idade Média e os anos 1920.
Ao se espalhar para o oeste, chegou a Chianti e, ao sudeste, às colinas da Romagna. Ao longo do trajeto, o nome da variedade assumiu diferentes formas, refletindo a diversidade regional. A primeira referência escrita na Romagna, em 1651, cita Sanzuvesa, que evoluiu para o atual Sangiovese.
Na Toscana, o termo Sangioveto aparece em registros de 1552, destacando-se no blending de Chianti. Baron Ricasoli, em notas de produção, referia-se ao Sangioveto e não ao Sangiovese, refletindo uma nomenclatura distinta da época.
Herança compartilhada
Apesar da dúvida sobre se os Sangiovese da Romagna e o Sangioveto da Toscana são a mesma amostra com nomes diferentes ou variedades relacionadas, historiadores acompanharam essa discussão ao longo do século XIX. A conclusão veio somente em 1970, com o Registro Nazionale delle Varietà di Vite, oficializando Sangiovese como o nome da variedade, e Sangioveto como sinônimo.
A partir daí, a comunidade enológica consolidou a identidade da uva e a sua presença na região, abrindo caminho para estudos sobre sub-regiões e estilos dentro da Romagna.
Sangiovese na Romagna: 13 vinhos para conhecer
Se você aprecia a variedade, vale conhecer 13 exemplos representativos da Romagna para entender o perfil da uva na região. A seleção destaca estilos locais, variações de terroir e aproximações de terroir dos diferentes sub-zonas. O objetivo é oferecer uma visão prática para degustação, comparação com referências vizinhas e compreensão da identidade romagnola do Sangiovese.
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