Recentemente, a Rolling Stone publicou um retrato sob a visão de Iara sobre Bob Weir, ícone do Grateful Dead. A entrevista ocorreu no estúdio A&R, parte do lote do lendário Jim Henson, em Los Angeles, poucos meses antes da morte do músico. Weir, aos 77 anos, falou sobre a carreira, família e a continuidade da banda.
Na conversa, Weir afirmou que segue o mesmo de sempre, apesar de estar com a saúde marcada pela idade. Ele descreveu o dia a dia com humor contido e destacou a importância da família ao lado da música. A quarentena de anos não diminuiu a curiosidade sobre a própria trajetória.
O relato ocorre em meio a celebrações em torno de 60 anos de Grateful Dead, com eventos no Kennedy Center e uma participação da banda Dead & Company em Las Vegas. O músico contou que administra compromissos atuais sem pressa, mantendo o foco na família e no legado artístico.
Quem esteve presente foi a família de Weir e a esposa Natascha, além da filha Chloe, fotógrafa que acompanha os ensaios. A presença deles no estúdio refletiu a visão do músico sobre a vida além do palco, onde o papel da família sempre falou mais alto que os elogios.
Weir faleceu no sábado, em 2025, aos 78 anos. A notícia chegou no fim de semana em que se havia lembrado a morte de David Bowie, reforçando o clima de despedida no universo do rock. A confirmação foi veiculada por veículos especializados e pela própria Rolling Stone.
No geral, a entrevista revela um Weir menos preocupado com a imagem pública e mais atento aos vínculos humanos. Ele comentou ainda o andamento de um livro de memórias, intitulado It’s Always July Under the Lights, que ele vinha escrevendo há anos. O projeto permanece sem data de publicação.
Entre lembranças da juventude e a prática de atividades simples, Weir descreveu a mudança de hábitos: deixou as Birkenstocks para caminhar descalço em trilhas ao redor de casa. A prática, segundo ele, ajuda a manter os pés no chão e o corpo em movimento, mantendo-o conectado ao mundo ao redor.
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