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Sting e The Police separam após polêmica sobre Every Breath You Take

Alta corte recebe disputa sobre royalties de Every Breath You Take, incluindo receitas de streaming, com impacto financeiro futuro significativo

‘By the time of Synchronicity, they were sick of each other’ … (from left): Stewart Copeland, Sting and Andy Summers of the Police in 1980.
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Sting enfrenta nesta semana no Reino Unido um litígio de royalties movido por seus ex-colegas de The Police, Stewart Copeland e Andy Summers. O processo envolve a música Every Breath You Take, lançada em 1983, e questões sobre ganhos de streaming. A audiência migra para o tema de quem deve receber os royalties.

O caso, julgado em tribunal de alta instância, discute se Sting deve pagar aos ex-membros 15% da publicação da canção, além das receitas de streaming estimadas em milhões. A defesa de Sting sustenta que acordos anteriores não cobriam streaming.

Desde a abertura da audiência, ficou acordado que Sting já teria feito um pagamento de cerca de 870 mil dólares para compensar o que seus advogados descrevem como subpagamento histórico. Ainda assim, permanecem apostas altas sobre ganhos futuros.

A canção segue entre as mais ouvidas mundialmente e figura no Top 10 de streams diários no Spotify, com cerca de 3,5 milhões de reproduções diárias. O streaming tem crescido de forma consistente nos últimos anos, especialmente nas Américas.

A pauta envolve, além da canção, a participação de Copeland e Summers na composição e publicação, com cada um recebendo parte da publicação desde 1977, segundo acordos da banda. A desaceleração do conflito pode ter impacto financeiro significativo.

Contexto e desdobramentos

Sting afirmou que a música nasceu com uma harmonia simples, com influências que ele admite ter usado. O processo acompanha a evolução da indústria de streaming e como contratos antigos se aplicam a bebidas modernas de remuneração, como plataformas digitais.

O caso ganha ainda destaque porque Every Breath You Take integrou trilha de séries populares e vídeos virais, ampliando sua renda com direitos de publicação. A audiência continua para decidir como deverão ser distribuídos os ganhos futuros.

Copeland e Summers defendem que as regras vigentes devem contemplar receitas de streaming, enquanto Sting aponta limites contratuais. O desfecho pode redefinir acordos de repertório de grandes bandas e impactar outras disputas similares.

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