Os aplicativos de humor notaram um momento alvo no fim de semana: Finn Wolfhard, conhecido por Stranger Things, apresentou o SNL com uma sátira que aborda a suposta conclusão diferente da série. A piada sobre o desfecho ganhou destaque entre fãs e críticos.
A esquete principal do episódio circulou entre referências à reação dos fãs e à teoria da conspiração chamada Conformity Gate, que sugere um nono episódio secreto para “consertar” o final. A produção envolveu Wolfhard e outros atores, em uma montagem ambientada em locais improváveis.
O monólogo inicial de Wolfhard teve críticas por piadas consideradas misóginas, fazendo alusões ao corpo feminino. Em seguida, o segmento dedicado a Stranger Things levou a série a ganhar várias derivações cômicas.
A paródia sobre spin-offs imagina a Netflix explorando o universo da série, com uma trama situada em Nova York dos anos 90. Críticas chegaram a apontar trocadilhos de mau gosto envolvendo personagens Lucas e Max.
Outra piada comenta a famosa cena de coming out de Will Byers no final da quinta temporada, com reações polarizadas entre fãs. Parte do público viu a brincadeira como excessiva, enquanto outros não concordaram com a leitura de homofobia.
A sátira aborda diretamente a Conformity Gate, com Wolfhard e dois colegas em uma encenação de montanha na Islândia. Ele afirma que tudo o que aconteceu pode ter sido uma ilusão plantada por Vecna, abordando a ideia de revelação gradual.
A comitiva de Stranger Things esteve presente no programa, e os criadores, os Duffer Brothers, foram recebidos com consentimento manso e, ao deixarem o local, receberam vaias de parte de fãs descontentes com o desfecho.
No debate público sobre a teoria, a maioria dos apoiadores acabou recuando, segundo veículos especializados. O ator Joe Keery negou veementemente qualquer existência de episódio adicional, encerrando as discussões mais inflamadas.
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