Forza Horizon 5 se tornou, aos poucos, uma tábua de salvação contra o doomscrolling para um leitor que, por anos, não se interessou pelas sequências da série. A vida cotidiana começou a parecer um corredor repetitivo, mas o jogo abriu uma janela para novas paisagens.
O narrador descreve ser fã da versão original de 2012, com Colorado como cenário marcante. Embora tenha apreciado o primeiro FH, as sequências não o cativaram da mesma forma. Em 2021, FH5 chegou mais perto, mas ainda assim não o levou de volta ao universo da série.
Foi durante as compras de inverno que FH5 apareceu em sua vida. O jogo foi adquirido no PlayStation 5, após a notícia de um ataque à Venezuela. A compra ocorreu em um momento de busca por fuga de notícias negativas, buscando um ambiente bonito e acolhedor.
Mudança de cenário
A experiência com FH5 revela que a direção e o universo do jogo funcionam como escape para o narrador. Ele usa a automação de um Nissan Skyline para apreciar a condução sem pressões, apenas o cenário. A paisagem mexicana é destacada como recurso restaurador.
Segundo o relato, o efeito do jogo não se resume ao entretenimento. A prática também ajuda a organizar a percepção de backlog de jogos, tornando mais aceitável adiar títulos como Returnal e o remake de Demon’s Souls, caso não haja o momento certo.
Impacto e reflexão
Observa-se que a imersão no mundo de FH5 traz calma e foco no visual, em vez de confrontos ou conflitos do mundo real. O autor descreve ver o jogo até no trajeto de metrô, criando uma experiência mental de fuga suave e renovadora.
O texto conclui que FH5 funciona como uma forma de lembrar o que a beleza do mundo pode oferecer. Mesmo com a rotina diária mantendo a mesma trilha, o jogo oferece um respiro, sem condições para previsões sobre a vida futura dos demais títulos da série.
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