Mesmo com atrasos no lançamento de Pokémon Ascended Heroes, o mercado já entrou em ebulição. Antes mesmo de a coleção chegar por completo às lojas, algumas cartas dispararam nos sites de revenda. A Mega Gengar ex aparece anunciada por cerca de US$ 1.300, enquanto o Mewtwo ex da Team Rocket já foi negociado na faixa dos US$ 900. O recado é claro: o hype chegou antes do produto.
Essa corrida por cartas raras acende um sinal de alerta entre jogadores e lojistas. Compras relâmpago, preços inflados e especulação voltam a dominar o cenário, reacendendo a velha discussão: até que ponto o jogo ainda é sobre diversão — e quando passa a ser investimento?
Enquanto isso, Dragon Ball celebra aniversário apostando alto. Além de DLCs e novidades no anime, a franquia apresentou o teaser de Dragon Ball Project: Age 1000, um jogo inédito que já despertou curiosidade. O protagonista, descrito como capaz de roubar habilidades, chamou atenção imediatamente, e a imprensa especializada já aponta possíveis conexões com um futuro Xenoverse 3.
No front dos games competitivos, Fortnite tenta virar a chave. O diretor de design Ted Timmins reconheceu publicamente o desgaste causado pela repetição de conteúdo e prometeu mudanças. Uma atualização prevista para fevereiro alimenta rumores sobre o retorno de Self-Revives e Shockwaves, enquanto a temporada 2 promete ajustes mais profundos e foco em estabilidade.
Nem só de atualizações vive o debate. Em meio ao sucesso contínuo de Baldur’s Gate 3, o CEO da Larian Studios, Swen Vincke, precisou recalibrar o discurso após críticas a comentários sobre IA. Em mensagem pública, afirmou que pretende incentivar críticas construtivas — sem afastar comunidades que compartilham a mesma paixão pelos jogos.
A indústria, aliás, segue em ebulição. Tim Sweeney, fundador da Epic Games, voltou a atacar a Steam, chamando o modelo de taxas da Valve de monopolista. Segundo ele, a cobrança de 30% sobre transações dentro dos jogos não se sustenta. O embate reacende a disputa sobre quem dita as regras no mercado digital.
Para fechar, um rumor movimentou os bastidores da Sony. Informações de um vazador conhecido indicam que o PlayStation Portal pode ganhar uma versão com tela OLED ainda este ano, possivelmente mantendo o preço próximo dos US$ 200. Por enquanto, nada oficial — mas o burburinho já começou.
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