Mario Tennis Fever chega ao Switch 2 com críticas mistas sobre seu conteúdo e preço. O jogo, desenvolvido pela Camelot, traz uma nova temporada de tênis no estilo arcade para fãs da série. O lançamento ocorre em meio a ressalvas sobre a profundidade e o envolvimento de modos.
A campanha solo é a principal aposta, apresentada como modo aventura. A narrativa leva Mario e outros personagens a uma trama de infantilização temporária, com cenas estáticas e pouco dinamismo. Dura cerca de três horas e inclui oito ou mais episódios repetitivos.
Entre as novidades, os jogadores encontram tacos de alto impacto que geram efeitos como fogo, gelo, lama e eletricidade. Contudo, o tempo dedicado a cada recurso é limitado, e a progressão não oferece grandes incentivos para exploração de novas mecânicas.
Além da campanha, há modos adicionais: desafios de pontuação, jogo livre local com até quatro jogadores, e suporte online. O controle por movimento está disponível, mas com poucos tacos, reduzindo a utilidade da opção.
A parte realmente destacável é o modo torneio, que prioriza o ato de jogar tênis. A experiência online funciona, embora não traga novidades marcantes, segundo a avaliação. O preço de lançamento é de 70,00, o que gerou questionamentos sobre o custo-benefício.
Conclui-se que Mario Tennis Fever entrega o essencial do esporte dentro de um pacote pouco inspirado. O título pode agradar aos fãs, especialmente pelo modo torneio, mas não oferece o mesmo nível de conteúdo encontrado em entradas anteriores. A recomendação geral aponta para aguardar promoção ou buscar opções usadas.
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