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Arquivos de Epstein com Woody Allen reacendem teoria conspiratória Wayfairgate

Arquivos de Epstein associam Woody Allen a presente caro via Wayfair, alimentando a teoria Wayfairgate e repercussões para Hollywood

Woody Allen speaks onstage during American Film Institute's 45th Life Achievement Award Gala Tribute to Diane Keaton at Dolby Theatre on June 8, 2017.
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Woody Allen volta aos holofotes em mensagens atribuídas ao arquivo de Jeffrey Epstein, lançado em 2026. As comunicações revelam uma troca entre o diretor, sua esposa Soon-Yi e Epstein, que envolve a compra de cadeiras de camping pela Wayfair como suposto presente de aniversário. A revelação ocorre em meio a debates sobre acusações envolvendo Allen no passado.

As mensagens remontam a outubro de 2016, época em que Allen produzia o filme Wonder Wheel, com Kate Winslet no elenco. O conteúdo mostra Epstein enviando indicativos sobre a entrega de um presente de aniversário para Allen, com planejamento e acompanhamento de envio.

Mudança de tema: conexão com teorias conspiratórias

A divulgação reacende discussões associadas a teorias de Wayfairgate, que associam compras da companhia a tráfico de crianças. A Wayfair afirmou na época que não há veracidade nas alegações, considerando-as falsas e sem base factual verificável.

Detalhes do episódio e desdobramentos

Segundo as mensagens, Epstein teria enviado um link de pedido e acompanhava a entrega de cadeiras vendidas pela Wayfair, com atualizações sobre datas e responsáveis pela recepção. Previn e a equipe de Allen teriam participado do planejamento logístico, inclusive com a confirmação de quem iria receber a entrega em residências.

Os arquivos também mostram a comunicação entre Epstein, sua equipe e assistentes de Allen, incluindo confirmações de recebimento e ajustes de entrega. Um ponto de curiosidade é o tom institucionalmente benigno das mensagens, contrastando com as controvérsias públicas sobre o caso.

Contexto institucional e posição das organizações

Especialistas de órgãos de combate à exploração infantil destacaram que não há evidências de ligação entre Wayfair e tráfico de pessoas contidas nos registros. A repercussão ampliou-se rapidamente na internet, alimentando uma teoria sem respaldo em dados verificáveis.

Epstein mantinha várias compras por meio da Wayfair, incluindo itens de alto valor entregues em propriedades associadas a ele. Os documentos não indicam envolvimento direto de Allen em atividades criminosas, apenas a existência de um episódio de correspondência envolvendo presentes.

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