Jacqueline Kennedy Onassis já era referência de elegância antes de se tornar primeira-dama dos Estados Unidos, ao lado de John F. Kennedy, em 1960. Seu estilo, impecável e com traços de ousadia, ultrapassou a esfera política e consolidou-a como ícone de moda do século XX. Décadas depois, muitos códigos visuais associados a Jackie permanecem atuais.
A série American Love Story revisita a trajetória do filho de Jackie, John F. Kennedy Jr., e de Carolyn Bessette. Na produção, a atriz Naomi Watts interpreta Jackie, destacando traços marcantes de seu estilo, como o look contido e a aura elegante que atravessa gerações.
A obra resgata elementos visuais do repertório estético de Jackie, evidenciando a influência duradoura de seu guarda-roupa na cultura fashion. A narrativa aproxima o público das referências de moda que marcaram a época e continuam inspirando desfiles e editoriais.
Tailleur monocromático
Jackie popularizou tailleurs em tons únicos, usados em eventos formais e públicos. Um conjunto histórico, em lã, ganhou notoriedade por ter ficado marcado por sangue no assassinato de JFK, representando o peso simbólico de certos momentos.
Chapéus pillbox
Os chapéus pillbox acompanhavam o visual monocromático de Jackie. O acessório tornou-se símbolo de elegância minimalista e foi revisitado por outras figuras públicas em diferentes décadas.
Óculos maximalistas
Óculos de lentes grandes e armações marcantes faziam parte do estilo de Jackie. Modelos redondos ou quadrados, com armação grossa, ajudavam a compor a imagem de uma primeira-dama com assinatura visual própria.
Pérolas
Pérolas eram marca registrada de Jackie Kennedy. Colares em diferentes comprimentos, às vezes em camadas, acrescentavam sofisticação a looks simples ou fechados.
Lenços
Quando o chapéu não aparecia, lenços coloridos ou estampados completavam o visual. A prática enfatizou a relação entre acessório e óculos, fortalecendo a imagem discreta de Jackie.
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