Timothée Chalamet gerou reação ao dizer que ballet e opera não interessam, em entrevista com Matthew McConaughey durante um town hall divulgado pela CNN em 21 de fevereiro. O comentário ocorreu durante a fala pública do ator de 30 anos.
Chalamet afirmou que alguns celebram obras como Barbie e Oppenheimer, mas que ele não quer trabalhar em ballet ou opera para manter esse tipo de arte vivo. A declaração repercutiu nas redes e entre fãs de artes performativas.
O comentário gerou críticas de artistas do setor, que questionaram o valor cultural dessas formas de expressão e lembraram sua história de resistência e evolução contínua.
Reações da comunidade artística
Isabel Leonard, soprano de ópera dos Estados Unidos, criticou a visão do ator, dizendo que o comentário revela visão meuopes e que o artista deveria respeitar a diversidade de formas artísticas. Ela ressaltou que nem todas as artes agradam a todos, mas merecem respeito.
Deepa Johnny, mezzo-soprano canadense, também reagiu nos comentários, chamando o ponto de vista de decepcionante e destacando a magia do teatro, ballet e opera ao vivo. Seán Tester, tenor irlandês, classificou a fala de Chalamet como reductiva.
Contexto institucional e dados atuais
Em resposta, o Royal Ballet e a Royal Opera emitiram nota conjunta lembrando que ballet e opera influenciaram outras formas de arte por séculos. As organizações destacaram a presença contínua dessas artes na cultura global.
Chalamet continua como indicado ao Oscar de Melhor Ator por Marty Supreme, com a cerimônia marcada para 15 de março. O filme também concorre a Melhor Filme, consolidando a presença do ator na temporada de premiações.
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