Marcelo Pretto, integrante do Barbatuques, morreu na madrugada deste domingo, 8 de março de 2026, aos 58 anos. A confirmação foi feita pela assessoria do grupo. Pretto estava internado no Hospital Alvorada, em São Paulo, após agravamento de sua condição de saúde.
A nota oficial aponta que o falecimento ocorreu em decorrência da evolução de um quadro clínico de diabetes avançada. O músico, conhecido como Mitsu entre colegas, não resistiu às complicações da doença.
Integrante do Barbatuques, grupo referência em percussão corporal, Pretto também era reconhecido como pesquisador da música e das manifestações culturais populares brasileiras. Sua trajetória inspira o trabalho coletivo do núcleo, segundo os integrantes do grupo.
Velório e sepultamento ainda não foram divulgados pela equipe. O Barbatuques destacou que a voz e a presença de Pretto permanecem como parte do legado deixado para a música nacional.
Legado
O trabalho de Pretto no Barbatuques ajudou a popularizar a percussão corporal e a pesquisa de manifestações culturais brasileiras. Além da atuação com o grupo, ele colaborou em projetos que valorizam a tradição musical do país.
Sua presença e contribuição são lembradas como referência para artistas e pesquisadores vinculados à cena musical brasileira. A equipe do Barbatuques reforça o impacto de Pretto na formação de novos talentos e na evolução do repertório do grupo.
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