O Brasil não levou o Oscar em uma edição marcada por recorde de indicações. O longa brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, foi indicado em quatro categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Elenco. Mesmo com as cinco indicações, o filme ficou sem estatueta em 2026.
A cerimônia premiou Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, como melhor longa-metragem. O título soma seis estatuetas na noite. Pecadores teve quatro vitórias, consolidando-se como outro grande vencedor da edição.
Na disputa de Melhor Filme Internacional, o Brasil não repetiu o feito de 2025, quando Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, venceu. Nesta edição, Valor Sentimental, produzido na Dinamarca, foi o ganhador da categoria, com outras candidaturas como Foi Apenas um Acidente (Irã), Sirat (Espanha) e A Voz de Hind Rajab (Tunísia) concorrendo.
Quanto à atuação, Wagner Moura não levou o prêmio pela performance em O Agente Secreto. O troféu ficou com Michael B. Jordan, por Pecadores. Outras indicações na categoria trabalharam com Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio e Ethan Hawke, em filmes diversos.
A categoria de Seleção de Elenco estreou na edição 2026, sendo vencida por Uma Batalha Após a Outra. Gabriel Domingues representou o Brasil entre os indicados, pelo elenco do filme de Mendonça Filho. Em Fotografia, a vitória ficou com Pecadores, com Adolpho Veloso entre os indicados pelo trabalho em Sonhos de Trem, produção da Netflix dirigida por Clint Bentley.
Entre na conversa da comunidade