No fim de semana, Tati Quebra Barraco acusou a editora responsável pelo catálogo de suas obras de não repassar valores de direitos autorais, citando ainda DJ Marlboro. A afirmação incendiou a pauta entre artistas do funk e similares, que passaram a cobrar transparência de repasses.
Vanessa Ferreira, viúva e herdeira de Claudinho, também denunciou irregularidades. Em postagem no Instagram, ela afirmou que os direitos das obras do marido não estão sendo pagos corretamente e que a família enfrenta suposta fraude envolvendo as editoras. Entre os títulos citados estão Rap do Salgueiro, Nosso Sonho, Carrossel de Emoções e Barco da Paz.
Para esclarecer queixas, Vanessa disse que a controvérsia não envolve o filme Nosso Sonho, de 2023. Segundo ela, o foco é a falta de prestação de contas e de repasses relativos às músicas do espólio de Claudinho e Buchecha. Em seguida, prometeu detalhar o tema em vídeo.
Buchecha também confirmou cobranças de pagamento. Em declarações, o cantor afirmou ter sido vítima de irregularidades editoriais no funk, destacando a ausência de relatórios e a impossibilidade de regravar músicas. Ele alertou para a necessidade de reparar direitos violados.
DJ Marlboro respondeu às denúncias, negando qualquer associação formal ao tema. O artista afirmou que não pagar os autores traz prejuízos maiores, como o risco de perder as obras, e enfatizou que jamais participou do recebimento de honorários pelas músicas citadas.
Em resposta, Tati Quebra Barraco informou que não pode realizar publicidade por falta de autorização relacionada ao DJ Marlboro. Ela indicou que a situação resulta em perdas significativas de visibilidade e de oportunidades de contratação, até que a autorização seja regularizada.
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