A Wellcome Collection, em Londres, abre a exposição The Coming of Age, que examina o envelhecimento além da biologia, considerando desigualdades, cultura e vida cotidiana. A mostra está em cartaz até 29 de novembro de 2026.
A mostra reúne mais de 120 obras, objetos e projetos de pesquisa para apresentar o envelhecimento como tema social, influenciado por políticas, acesso e disparidades. Pergunta central: quem consegue envelhecer bem?
Um dado apresentado aponta que uma em cada dez crianças no Reino Unido deve viver além dos 100 anos. A curadoria relaciona esse panorama à desigualdade no acesso a saúde, estabilidade e cuidado ao longo da vida.
A mostra e seus enfoques
Além de abordar a velhice, a exposição acompanha o envelhecimento ao longo de toda a vida, com ênfase em condições de juventude e seus impactos futuros.
Entre os trabalhos, destaca-se Age of Wonder, projeto de Bradford que investiga adolescência e seus efeitos décadas depois, e Uncertain Futures, liderado pela artista Suzanne Lacy.
Netsuke japonês do período 1701–1900, o filme Still Life (2001) e obras de Paula Rego, John Coplans, Serena Korda e Rory Pilgrim compõem o acervo, conectando juventude, cuidado e tempo.
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