Um guia sobre como encontrar um apartamento que caiba no orçamento foi apresentado por especialistas do setor imobiliário. O texto explica como o valor total da compra — entrada, financiamento e custos extras — precisa combinar com a renda familiar.
O diretor de Crédito Imobiliário da MRV, Edmil Adib Antonio, afirma que o equilíbrio entre renda e comprometimento financeiro é o principal critério para uma aquisição segura. O limite considerado pelo mercado é de até 30% da renda bruta familiar.
Valor máximo de compra
O valor da compra deve incluir o preço do imóvel mais custos obrigatórios para evitar surpresas. O cálculo envolve: preço de venda, entrada, custos de cartório e ITBI. O banco pode também exigir avaliação do imóvel.
Utilizar o FGTS, subsídios habitacionais e apoios públicos quando disponíveis pode reduzir a entrada e o custo total. Esses itens influenciam o valor financiado.
Despesas além da parcela
Além da prestação, o planejamento deve considerar custos iniciais como ITBI, registro e escritura, e despesas mensais como condomínio e manutenção. Ignorar esses valores distorce o custo real.
Segundo Edmil Adib Antonio, o custo total é essencial para a tomada de decisão. Sem essa visão, um imóvel pode parecer acessível, mas não caber no orçamento.
Estratégias para imóveis mais acessíveis
Combinar pesquisa de mercado com avaliação do custo-benefício ajuda a encontrar opções com boa relação entre preço e qualidade. Compare preços, analise o custo total e priorize financiamentos com condições estáveis.
Itens a verificar incluem infraestrutura, localização, condições de construção e o que está inclusivo no valor do imóvel. O objetivo é alinhar o valor total da compra à renda familiar.
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