Pragmata, novo jogo da Capcom, estreia nesta sexta-feira e propõe uma mecânica de combate tátil que combina tiro com hacking em tempo real. Ambientado na Lua, o título traz uma narrativa de sobrevivência após a destruição de uma base humana. O protagonista é um astronauta, Hugh Williams, acompanhado por uma menina robô chamada Pragmata.
A história mostra a base lunar entrando em colapso, com um supercomputador fora de controle que envia androides para eliminar os personagens. A dupla precisa enfrentar ataques e, ao mesmo tempo, hackear inimigos usando a menina, em uma mecânica que exige mira e resolução de puzzles simultâneos.
A jogabilidade central mistura ação tradicional com mini-labirintos de hackeamento que aparecem na tela. Cada inimigo requer sequência específica de botões para abrir brechas durante batalhas intensas. O ritmo remete a uma fusão entre Call of Duty e Tetris.
Desempenho técnico e visual
Em análises, Pragmata mostra cenários 3D de alta qualidade com estética que lembra Death Stranding. Partidas se passam tanto dentro quanto fora da base lunar, com microgravidade alterando os movimentos do protagonista.
No PlayStation 5 base, o jogo rodou com serrilhamento e cintilação aparentes, mesmo no modo de qualidade. O problema é associado à resolução mais baixa necessária para o jogo funcionar. A experiência varia conforme a plataforma.
O jogo utiliza o sistema de upscaling com IA ausente em PS5 base e Xbox Series X/S, recorrendo ao AMD FSR de primeira geração. A técnica pode comprometer detalhes em movimento, como o cabelo da personagem Diana.
Pragmata terá lançamento simultâneo para PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC e Switch 2. O título chega com preço estimado entre R$ 259 e R$ 299, e uma demo gratuita estará disponível.
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