Os desenvolvedores de Tomodachi Life: Living the Dream dedicaram quase uma década ao projeto, enfrentando diversos desafios ao longo do processo. Um deles, segundo a equipe, foi aperfeiçoar o som e a aparência dos peidos dos Miis, inserindo variedade de efeitos visuais e sonoros.
Na entrevista de Ask the Developer, publicada pela Nintendo, os integrantes relataram debates internos sobre se os Miis deveriam ter a capacidade de soltar gases. A decisão foi de tornar esse recurso uma característica opcional, permitida para quem quiser personalizar o Mii, sem impor a função a todos os jogadores.
A equipe descreveu o trabalho intenso para acertar o áudio, com várias sessões de gravação e ajustes. Também houve experimentos com efeitos visuais, que em determinados momentos pareciam explosões, segundo relatos dos desenvolvedores.
Detalhes sobre o desenvolvimento e a personalização
O jogo levou quase dez anos para ficar pronto, e a personalização de Miis, pets, prédios e itens consumiu seis a sete anos do tempo total de produção. Esse esforço é relevante, pois muitos fãs acreditavam que o título tinha sido abandonado.
Os desenvolvedores manteram a personalidade dos Miis como objetivo central, optando por evitar um visual excessivamente realista para manter o charme característico. A funcionalidade de drag and drop acabou mantida como recurso de depuração que ganhou uso durante o desenvolvimento.
Outra decisão curiosa foi manter Miis sob controle dos próprios jogadores: mesmo ao posicionar dois Miis próximos, não é garantido que se entendam, preservando a independência dos avatares. Além disso, os Miis passaram a poder ser retirados e usados para desenhos, mantendo a possibilidade de fartura de humor no jogo.
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