Pouco tempo após deixar a Record, Adriane Galisteu aceitou o convite do SBT para integrar o elenco do programa Charme. O contrato tinha salário destacado e a ideia era manter o estilo de entretenimento que ela já carregava.
O desafio, porém, foi internalizado em meio a mudanças constantes de horário. Sob a direção de Silvio Santos, o formato passou por ajustes diários, com conteúdo reconfigurado e interferências de última hora. O clima de laboratório ficou evidente.
O momento marcante
Em uma madrugada de gravação, Adriane entrou no ar vestindo pijama, numa reação calculada à instabilidade do programa. A cena ficou marcada como um gesto de protesto silencioso diante da falta de previsibilidade do formato. O impacto viralizou.
Anos depois, ao relembrar o ocorrido em outro espaço televisivo, Galisteu contou que achou que enfrentaria uma bronca do “patrão”, mas Silvio Santos, segundo ela, acabou aprovando a atitude. A cena tornou-se um marco histórico no seu relacionamento com a emissora.
Contexto do formato
O Charme foi pensado para explorar o estilo de apresentação de Adriane, mas acabou sendo afetado por mudanças frequentes e pela gestão de horários. O episódio do pijama é visto como símbolo das tensões entre o elenco e a direção durante essa fase conturbada.
Apesar das oscilações, o momento permanece como referência na carreira de Adriane Galisteu, servindo de referência para discussões sobre espaço, controle de formato e aderência do público em Produções do SBT.
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