Zara Larsson volta às paradas com o mesmo estilo que a consagrou há uma década. A cantora sueca, de 28 anos, recebeu sua primeira indicação ao Grammy com Midnight Sun e retorna ao cenário musical atingindo novos picos com o mesmo DNA pop e eletrônico que a projetou internacionalmente. O retorno ocorre em meio a um momento de maior recuperação de interesse pelo seu repertório nas plataformas e nas apresentações ao vivo.
Dados recentes mostram que três faixas da artista permanecem entre as apostas da Billboard Hot 100. Stateside, em parceria com PinkPantheress, Lush Life e Midnight Sun ocupam posições de destaque, reforçadas pela popularidade global da primeira faixa. A última vez que Larsson emplacou três hits na Hot 100 em um mesmo ano foi há dez anos.
O impulso atual tem origem em parte na viralização de Stateside após a apresentação da patinadora Alysa Liu em um evento de gala dos Jogos Olímpicos de Inverno. A repercussão impulsionou o interesse pelo single, reforçando o retorno de Larsson às paradas.
Trajetória e novos projetos
A carreira começou cedo, em 2008, quando venceu a versão sueca do America’s Got Talent aos 10 anos. Dois anos depois vindo o primeiro EP, Uncover, abrindo caminho para o estrelato com o segundo álbum, So Good, em 2017, que revelou Lush Life e consolidou o público global.
Symphony, parceria com o Clean Bandit, voltou a ganhar força em setembro de 2024, quando o tema resgatou o interesse pelas colaborações da cantora. Em shows ao vivo, Larsson tem incorporado visuais marcantes, incluindo referências a memes e elementos coloridos.
O novo ciclo é marcado pela edição deluxe de Midnight Sun, com uma estética tropical e faixas de dance pop. No Brasil, a turnê gera conteúdo de impacto nas redes, com looks da era Y2K que viraram assunto no Carnaval. As buscas locais destacam termos ligados à maquiagem associada à cantora.
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