Taylor Swift solicitou o registro de marca nos Estados Unidos para proteção de voz e imagem contra conteúdos criados por inteligência artificial. A medida foca em impedir o uso indevido em deepfakes, especialmente de conteúdos sonoros e visuais da cantora.
Os documentos foram protocolados na sexta-feira, 24, no escritório de patentes dos EUA. A TAS Rights Management, responsável pelos direitos da artista, lidera a iniciativa e apresentou dois trechos de áudio com a voz da cantora e uma imagem no palco.
A ação envolve gravações em que a voz de Swift aparece promovendo um novo álbum e uma imagem da artista em show com roupa de lantejoulas e guitarra rosa. A estratégia busca ampliar a proteção legal frente a IA que imita a voz e a aparência.
Contexto sobre a medida
Especialistas citados pela imprensa destacam que o registro de voz como marca ainda é pouco utilizado. Fontes apontam que a prática pode preencher lacunas legais, já que a IA pode gerar conteúdos novos que imitam a voz de artistas sem copiar gravações existentes.
Segundo analistas, a proteção de marcas registradas pode complementar direitos autorais para coibir usos falsos. A abordagem visa mitigar fraudes, desinformação e uso indevido da imagem em conteúdos gerados por IA.
Implicações e próximos passos
Consultor destacado pela Reuters ressalta que a estratégia de Swift é inovadora no campo da jurisprudência de marcas. Ainda não há precedentes amplos sobre esse tipo de registro aplicado a vozes faladas. A equipe jurídica acompanha eventuais desdobramentos nos tribunais.
Entre na conversa da comunidade