O Met Gala 2026 reuniu o tema Moda como Arte, com dress code Fashion Is Art e a exposição Costume Art. A proposta foi explorar o corpo vestido como expressão artística, conectando moda a obras ao longo de 5 mil anos.
A seleção de looks trouxe referências diretas e interpretações conceituais para o tapete vermelho. Mesmo com referências históricas, a receptividade variou entre elogios à ousadia e críticas à aderência ao tema.
A seguir, os looks que geraram maior debate entre público e especialistas, considerando estética, simbologia e uso da curadoria do evento.
Lauren Sanchez — Dolce & Gabbana
O vestido exclusivo remete ao quadro Madame X, de John Singer Sargent, com ênfase em arte, poder e riqueza. Mesmo tendo narrativa artística, houve questionamento sobre a estética final.
Margot Robbie — Chanel
Customização de Matthieu Blazy, sem inspiração direta em obra específica. Considerado elegante e bem executado, mas visto como discreto para o tema Fashion Is Art.
Sabrina Carpenter — Jonathan Anderson
Inspiração no filme Sabrina (1954), eternizado por Audrey Hepburn. Conceitual e rico em referências, o conjunto dividiu opiniões sobre o impacto visual.
Hunter Schafer — Prada
Traço do retrato Mäda Primavesi, de Gustav Klimt, presente na construção. Fidelidade ao tema, porém a execução foi alvo de controvérsia.
Gigi Hadid — Miu Miu
Baseado na coleção verão 2011 da marca, sem referência direta a obra de arte. Valoriza o corpo, mas foi considerado fora do tema da noite.
Angela Bassett — Prabal Gurung
Inspiração na pintura Girl in a Pink Dress, de Laura Wheeler Waring. Alinhado ao tema, porém avaliado como simplista e até clichê para o evento.
Joey King — Miu Miu
Look sem inspiração artística clara, apontado como desconectado do tema e visualmente pouco cativante.
Alysa Liu — Louis Vuitton
Conceito Fashion Is Art sem referência específica a obra. Proposta interessante, mas com impacto visual abaixo do esperado para o Met Gala.
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